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terça-feira, 23 de novembro de 2010
São Martinho
Alguns dias depois do São Martinho, aqui vos deixo as fotos da celebração desse dia pelo Swamiji em Sri Peetha Nilaya.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Sabedoria de Amor
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sábado, 19 de junho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
A Situação é Séria! Precisamos do vosso apoio!
Na semana passada fiscais da construção civil disseram-nos que caso não sejam tomadas certas medidas em relação à construção não temos permissão para oferecer estadia ou organizar eventos nestes edifícios.

Isto significa que (até informação posterior):
Não há estadia
Gostaríamos de pedir a vossa compreensão para o facto de que, no momento temos que colocar toda a nossa energia na recuperação do centro. Isto significa: recolha de fundos e trabalhos de renovação.
Para que seja possível cumprir com as normas necessárias de segurança e de construção, estabelecemos conjuntamente com o Swamiji o seguinte objectivo:
Dentro em breve publicaremos informações mais detalhadas. Caso esteja interessado em ajudar, ou caso tenha dúvida, por favor não hesite em contactar-nos para os seguintes números:
Anashuya: +49(0)178-3204820 (em Inglês)
Isto significa que (até informação posterior):
Não há eventos
Não há darshansNão há estadia
Por outras palavras:
- O centro está fechado a partir de agora.
- Só serão feitas as orações diárias.
Gostaríamos de pedir a vossa compreensão para o facto de que, no momento temos que colocar toda a nossa energia na recuperação do centro. Isto significa: recolha de fundos e trabalhos de renovação.
Para que seja possível cumprir com as normas necessárias de segurança e de construção, estabelecemos conjuntamente com o Swamiji o seguinte objectivo:
- Para darmos início às obras de construção precisamos de 500.000 Euros até ao dia 31 de Julho de 2010. Caso não consigamos obter esta quantia de dinheiro neste período de tempo, não será possível continuar as obras e o centro tem de continuar fechado.
- Para ser possível preparar completamente pelo menos a parte principal do complexo (o edíficio da capela/templo, incluindo os quartos dos hóspedes e o edíficio da recepção, com a cozinha e a sala de refeições), precisamos de aproximadamente 3 milhões de Euros.
Dentro em breve publicaremos informações mais detalhadas. Caso esteja interessado em ajudar, ou caso tenha dúvida, por favor não hesite em contactar-nos para os seguintes números:
Anashuya: +49(0)178-3204820 (em Inglês)
Paartha: +49(0)163-2942725 (em Alemão, Francês ou Inglês)
Kuru: +49(0)178-3204801 (em Alemão, Grego ou Inglês)
Vishalakshi: +351 91 670 90 06 (em Português, Espanhol ou Inglês)
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Feliz Ano Novo!
Desejo-vos a todos um Feliz Ano Novo - Possam as bênçãos do Divino estar com vocês todos neste ano novo que vem. Possa a decisão de mudança e abertura do vosso coração ser a vossa meta.Muito Amor e Bênçãos
Swami Vishwananda
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Um pedido do Swamiji :)
Swami Vishwananda pediu que não lhe façam mais ofertas pessoais, nem mesmo de natal. Se alguém tiver vontade de ajudar o trabalho de Swamiji, podem fazer um contributo financeiro (ou noutra forma) para a construção do Centro de Springen. O centro é uma fonte de inspiração espiritual para pessoas de todo o mundo. Em caso de querer ajudar por favor contacte Sr. Kubera (naamdev@bhaktimarga.org). Muito Obrigada! :)sábado, 19 de setembro de 2009
O Swami é Puro Amor

O Swami também sabe todos os nossos pontos fortes e
fraquezas. Numa ocasião em que eu queria visitar os meus
pais na Bavaria, pedi ao Swami alguns conselhos sobre o que
podia dizer a eles. Ele disse, “Diz-lhes que os amas”. Sabia,
por um lado que, seria muito importante dizer-lhes que os
amava, mas por outro lado isso não seria fácil. Então
apercebi-me que nunca tinha partilhado os meus
sentimentos com eles.
O único propósito do Swami é ensinar-nos, não apenas
durante o satsang, mas também durante a nossa vida do dia-a-
dia. O Swami nunca perderá uma oportunidade de nos
ensinar acerca de nós próprios. Ele informa-nos,
pacientemente e de muitas maneiras, que Deus está
dentro de nós. O Swami diz que Deus é puro amor, luz, e
paz. E visto que nós somos feitos à imagem de Deus, nós
também somos puro amor, luz e bem-aventurança.
Deus não está distante no céu, mas Ele está dentro de
cada um de nós e em tudo à nossa volta. Quantas vezes,
durante as nossas vidas do dia-a-dia, nos esquecemos deste
facto simples, de que Deus e guru são omnipresentes. Mas
quão agradável é lembrarmo-nos que a graça de Deus e do
guru está sempre connosco. Eu sei que através da bênção do
Swamiji estou caminhando mais rápido para o meu objectivo
final a auto-realização.
fraquezas. Numa ocasião em que eu queria visitar os meus
pais na Bavaria, pedi ao Swami alguns conselhos sobre o que
podia dizer a eles. Ele disse, “Diz-lhes que os amas”. Sabia,
por um lado que, seria muito importante dizer-lhes que os
amava, mas por outro lado isso não seria fácil. Então
apercebi-me que nunca tinha partilhado os meus
sentimentos com eles.
O único propósito do Swami é ensinar-nos, não apenas
durante o satsang, mas também durante a nossa vida do dia-a-
dia. O Swami nunca perderá uma oportunidade de nos
ensinar acerca de nós próprios. Ele informa-nos,
pacientemente e de muitas maneiras, que Deus está
dentro de nós. O Swami diz que Deus é puro amor, luz, e
paz. E visto que nós somos feitos à imagem de Deus, nós
também somos puro amor, luz e bem-aventurança.
Deus não está distante no céu, mas Ele está dentro de
cada um de nós e em tudo à nossa volta. Quantas vezes,
durante as nossas vidas do dia-a-dia, nos esquecemos deste
facto simples, de que Deus e guru são omnipresentes. Mas
quão agradável é lembrarmo-nos que a graça de Deus e do
guru está sempre connosco. Eu sei que através da bênção do
Swamiji estou caminhando mais rápido para o meu objectivo
final a auto-realização.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Um simples Homem Santo,
Encontrei-me pela primeira vez com Swami Vishwananda
numa casa privada, onde eu e a minha família tínhamos
marcado para ter uma entrevista com ele. Assim que nós
subimos as escadas até ao andar superior, um homem jovem,
amável, usando uma T-shirt Om Namah Shivaya veio ao
nosso encontro. Nós cumprimentámo-lo informalmente e
passámos por ele apressadamente, visto que estávamos
muito entusiasmados e impacientes para ver esse notável
homem santo. Assim que nós abrimos a porta da sala de
entrevistas, descobrimos que estava vazia. Foi nesse
momento que, envergonhados, percebemos que o homem
amável e humilde, que nós tínhamos conhecido nas escadas,
não era nada mais, nada menos do que o próprio Swami.
Esta é uma das características mais impressionantes da
sua personalidade: a sua humildade e simplicidade. Ele é
muito acessível e próximo das pessoas, ensinando-nos a
lição de que nós esperamos sempre que Deus esteja noutro
lugar qualquer e acabamos por não reparar que a humildade e
a divindade estão nas coisas simples, dentro de nós e à nossa
volta.
numa casa privada, onde eu e a minha família tínhamos
marcado para ter uma entrevista com ele. Assim que nós
subimos as escadas até ao andar superior, um homem jovem,
amável, usando uma T-shirt Om Namah Shivaya veio ao
nosso encontro. Nós cumprimentámo-lo informalmente e
passámos por ele apressadamente, visto que estávamos
muito entusiasmados e impacientes para ver esse notável
homem santo. Assim que nós abrimos a porta da sala de
entrevistas, descobrimos que estava vazia. Foi nesse
momento que, envergonhados, percebemos que o homem
amável e humilde, que nós tínhamos conhecido nas escadas,
não era nada mais, nada menos do que o próprio Swami.
Esta é uma das características mais impressionantes da
sua personalidade: a sua humildade e simplicidade. Ele é
muito acessível e próximo das pessoas, ensinando-nos a
lição de que nós esperamos sempre que Deus esteja noutro
lugar qualquer e acabamos por não reparar que a humildade e
a divindade estão nas coisas simples, dentro de nós e à nossa
volta.
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sábado, 12 de setembro de 2009
Com a sua graça tivemos bons resultados,
Durante os meus anos na universidade de Direito, sempre
que eu estava stressado por causa de um exame ou de um
trabalho, ele vinha nos meus sonhos e guiava-me. Sentia-me
sempre tão elevado depois disso, que a impossibilidade de
repente se tornava possível. Um exemplo notável aconteceu
quando eu tive que completar a minha dissertação de 15.000
palavras sobre direitos humanos, a minha exposição de 3.000
palavras sobre a lei da Equidade e ao mesmo tempo fazer
revisões para um exame na semana seguinte, tudo numa
semana! Escusado será dizer que ele me ajudou a passar em
tudo. A essência da mensagem no meu sonho era Deixar ir e
deixar vir Deus.
Nunca gostei verdadeiramente da lei criminal e fui para o
exame tendo apenas estudado metade do plano de estudos.
Estava nervoso. Telefonei ao Swami e disse-lhe, “Preciso
realmente da sua ajuda”. Ele disse-me para não me
preocupar. Fui para o exame e cerca de cinco minutos depois
senti uma fragrância muito forte à minha volta. Era a mesma
fragrância que está associada ao Swami e eu sabia que ele
estava ali. Completei o exame, fui capaz de responder às
perguntas designadas e quando os resultados saíram, eram
bons.
Quando o meu irmão e eu entrámos em estudos
profissionais mais avançados, o Swami estava ali também.
Antes de submetermos o nosso requerimento à Ordem dos
Advogados (Bar), encontrámo-nos com ele e recebemos as
suas bênçãos. Estudar para o BVC era duro porque tem
apenas uma percentagem de 33% de admissões. Acreditem
em mim, sentimos como se estivéssemos a ser triturados.
Contudo, nós sentimos que as suas bênçãos nos conduziriam
definitivamente através disso e assim foi.
Quando recebemos os nossos resultados do BVC, o
Swami estava ali de novo pois ele tinha vindo a Londres
nessa altura. Com a sua graça, passámos com óptimos
resultados. Em Outubro, quando íamos ser chamados para a
Bar e obter o título de advogado, ele estava lá mais uma vez
e abençoou-nos depois da cerimónia.
Eu disse-lhe que queria continuar e fazer um Mestrado.
Ele disse, “Continua.” Eu disse-lhe que a instituição
respectiva, Inns of Court School of Law só estava a oferecer
vinte e cinco vagas e devia haver milhares de candidatos. Ele
disse para ainda assim me candidatar. Eu realmente não
pensei que a minha candidatura fosse aceite porque não
gastei muito tempo na pesquisa e na preparação.
que eu estava stressado por causa de um exame ou de um
trabalho, ele vinha nos meus sonhos e guiava-me. Sentia-me
sempre tão elevado depois disso, que a impossibilidade de
repente se tornava possível. Um exemplo notável aconteceu
quando eu tive que completar a minha dissertação de 15.000
palavras sobre direitos humanos, a minha exposição de 3.000
palavras sobre a lei da Equidade e ao mesmo tempo fazer
revisões para um exame na semana seguinte, tudo numa
semana! Escusado será dizer que ele me ajudou a passar em
tudo. A essência da mensagem no meu sonho era Deixar ir e
deixar vir Deus.
Nunca gostei verdadeiramente da lei criminal e fui para o
exame tendo apenas estudado metade do plano de estudos.
Estava nervoso. Telefonei ao Swami e disse-lhe, “Preciso
realmente da sua ajuda”. Ele disse-me para não me
preocupar. Fui para o exame e cerca de cinco minutos depois
senti uma fragrância muito forte à minha volta. Era a mesma
fragrância que está associada ao Swami e eu sabia que ele
estava ali. Completei o exame, fui capaz de responder às
perguntas designadas e quando os resultados saíram, eram
bons.
Quando o meu irmão e eu entrámos em estudos
profissionais mais avançados, o Swami estava ali também.
Antes de submetermos o nosso requerimento à Ordem dos
Advogados (Bar), encontrámo-nos com ele e recebemos as
suas bênçãos. Estudar para o BVC era duro porque tem
apenas uma percentagem de 33% de admissões. Acreditem
em mim, sentimos como se estivéssemos a ser triturados.
Contudo, nós sentimos que as suas bênçãos nos conduziriam
definitivamente através disso e assim foi.
Quando recebemos os nossos resultados do BVC, o
Swami estava ali de novo pois ele tinha vindo a Londres
nessa altura. Com a sua graça, passámos com óptimos
resultados. Em Outubro, quando íamos ser chamados para a
Bar e obter o título de advogado, ele estava lá mais uma vez
e abençoou-nos depois da cerimónia.
Eu disse-lhe que queria continuar e fazer um Mestrado.
Ele disse, “Continua.” Eu disse-lhe que a instituição
respectiva, Inns of Court School of Law só estava a oferecer
vinte e cinco vagas e devia haver milhares de candidatos. Ele
disse para ainda assim me candidatar. Eu realmente não
pensei que a minha candidatura fosse aceite porque não
gastei muito tempo na pesquisa e na preparação.
Contudo,com a sua graça ela foi aceite.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Quando conheci o Swamiji

Na altura em que encontrei Swami Vishwananda, estava
muito contente com a minha professora espiritual e as
minhas práticas. Ouvi falar do Swami, em 2005, através de
uma amiga. Ela contou-me sobre algumas experiências
internas profundas e impressionantes que tinha tido com ele.
Fiquei tão encantada com essas histórias que decidi
inscrever-me no seu Retiro de Meditação de Março de 2006,
em Los Angeles. Ao longo dos anos só tinha encontrado uns
poucos de seres espiritualmente elevados, mas mesmo
assim, fiquei surpreendida com a minha impulsividade, em
fazer planos para viajar 3218 km, desde Wisconsin a Los
Angeles, nos Estados Unidos.
Quando recebi o pacote com a confirmação do retiro,
juntamente com folhetos do programa e postais, abri-o e
agarrei no folheto com a foto de Swami Vishwananda. No
momento em que olhei nos seus olhos, fui assolada por
emoção profunda e comecei a chorar. Pensei: Quem é este
homem? Com os meus sentimentos recém-descobertos, a
minha decisão aparentemente impulsiva para me inscrever
no retiro estava começando a fazer sentido. Não podia
esperar para me encontrar com ele e estar na sua presença.
Percebi de que este retiro ia ser fundamental de alguma
forma, mas não sabia exactamente como.
Finalmente o dia chegou e eu sentei-me
esperançosamente no salão esperando pela sua entrada. Ele
entrou com um sorriso, vestido com uma túnica de cetim
cor-de-laranja, com o seu cabelo negro ondulando sobre os
seus ombros. Apareceu divinamente belo. Emanava amor,
poder e graça. Chorei quando ele entrou na sala, tal como
tinha chorado quando vi a sua foto.
Durante o intervalo, a minha amiga sugeriu-me que
escrevesse um bilhete ao Swamiji pedindo-lhe para ser
iniciada. Tudo o que sabia era que ele evocava algo
profundo dentro de mim, assim sem hesitação escrevi-lhe.
Mais tarde, o Swamiji estava parado na frente do salão
falando com algumas pessoas. Haviam outros à sua volta
querendo também a sua atenção, mas finalmente surgiu uma
oportunidade, entreguei-lhe o meu bilhete e escapuli-me.
Depois de lhe ter dado o bilhete, comecei a pensar na minha
professora espiritual, a qual me tinha iniciado há nove anos
atrás. Na altura em que fui iniciada por ela, nem sabia o que
a sua iniciação impunha. Os outros estavam pedindo isso,
por isso pensei que queria também. Agora, sentia-me
puxada para ser iniciada por Swami Vishwananda e
perguntava-me se estaria traindo a minha professora
espiritual, desde há já nove anos. O meu intelecto dizia-me
que se a minha professora espiritual era realmente um ser
divino, ela quereria que eu avançasse espiritualmente. Mas a
minha parte emocional sentia como se estivesse sofrendo
uma perda.
Para aumentar a minha confusão interna, durante o
programa, o Swamiji falou acerca de gurus e do seu
propósito. Ele disse que uma vez que um guru aceita um
discípulo, fica com ele até este se tornar realizado. Este é um
assunto sério, por outras palavras. Ele continuou a dizer que
as pessoas que têm gurus devem ficar com o seu guru e não
saltar de um para o outro. Na verdade, à medida que o
Swamiji ia falando, parou para pensar no termo certo e eu,
de todas as pessoas, gritei, “salta gurus.” Ele sorriu e disse,
“Sim, salta gurus.”
Estava ele a tentar dizer-me alguma coisa? Estava tão
confusa. Um pouco mais tarde depois do programa, ele
estava parado, não muito longe de mim, falando com
algumas pessoas. Eu estava sentada com alguns amigos,
almoçando, quando aconteceu olhar para ele e ver que ele
estava olhando para mim. Mas assim que ele me viu
olhando, rapidamente desviou o olhar. Nesse momento, se
ele fosse apenas uma pessoa normal este tipo de interacção
subtil não me teria incomodado. Mas Swami Vishwananda é
um mestre realizado, eu senti isso como uma rejeição e
comecei a chorar. A minha amiga perguntou-me qual era o
problema e eu contei-lhe. Ela disse, “Oh, ele está só a
trabalhar em ti para trazer ao de cima as origens da confusão
que tu tens.”
Toda a noite e no dia seguinte os meus pensamentos
insistiam na questão, Estou eu a fazer a coisa certa? Eu estava
numa desordem interior. Só no programa de Domingo é que
vi quem ele realmente era. Sentei-me na frente, perto da
cadeira dele e ainda antes de ele ter entrado no salão, fui
puxada para um estado de meditação. Cerca de
aproximadamente 15 minutos depois, consegui abrir os
olhos e vi-o lá sentado. Curiosamente, uma mulher estava
sentada à minha frente e tapava-me a vista. Quando me
inclinei para olhar para ele, o braço do microfone ficava
mesmo em frente dos meus olhos, por isso não conseguia
olhá-lo nos olhos mesmo que quisesse. Decidi meditar no
Swamiji, porque a minha amiga dizia-me sempre, “Procura o
guru dentro e não fora.”
Subitamente, vi através da minha visão interior a
grandeza de Swami Vishwananda. A sua presença era
enorme. Eu vi Jesus e a Mãe Maria, um de cada lado de um
raio de luz, que emanava a partir de Swami Vishwananda.
Depois, vi Mahavatar Kriya Babaji. Eu sabia de Kriya Babaji,
mas antes deste momento, raramente tinha sentido a sua
presença e quando sentia, esta era muito subtil. Isto não era
mesmo nada subtil. Eles estavam todos ali.
Flutuando por cima de Swami Vishwananda e dos
grandes mestres estavam muitos seres angélicos. Foi um
espectáculo divino interior, para além de tudo o que tinha
experimentado antes. Soube nesse momento, sem nenhuma
dúvida, que eu tinha tomado a decisão certa em pedir a
Swami Vishwananda para ser o meu guru.
muito contente com a minha professora espiritual e as
minhas práticas. Ouvi falar do Swami, em 2005, através de
uma amiga. Ela contou-me sobre algumas experiências
internas profundas e impressionantes que tinha tido com ele.
Fiquei tão encantada com essas histórias que decidi
inscrever-me no seu Retiro de Meditação de Março de 2006,
em Los Angeles. Ao longo dos anos só tinha encontrado uns
poucos de seres espiritualmente elevados, mas mesmo
assim, fiquei surpreendida com a minha impulsividade, em
fazer planos para viajar 3218 km, desde Wisconsin a Los
Angeles, nos Estados Unidos.
Quando recebi o pacote com a confirmação do retiro,
juntamente com folhetos do programa e postais, abri-o e
agarrei no folheto com a foto de Swami Vishwananda. No
momento em que olhei nos seus olhos, fui assolada por
emoção profunda e comecei a chorar. Pensei: Quem é este
homem? Com os meus sentimentos recém-descobertos, a
minha decisão aparentemente impulsiva para me inscrever
no retiro estava começando a fazer sentido. Não podia
esperar para me encontrar com ele e estar na sua presença.
Percebi de que este retiro ia ser fundamental de alguma
forma, mas não sabia exactamente como.
Finalmente o dia chegou e eu sentei-me
esperançosamente no salão esperando pela sua entrada. Ele
entrou com um sorriso, vestido com uma túnica de cetim
cor-de-laranja, com o seu cabelo negro ondulando sobre os
seus ombros. Apareceu divinamente belo. Emanava amor,
poder e graça. Chorei quando ele entrou na sala, tal como
tinha chorado quando vi a sua foto.
Durante o intervalo, a minha amiga sugeriu-me que
escrevesse um bilhete ao Swamiji pedindo-lhe para ser
iniciada. Tudo o que sabia era que ele evocava algo
profundo dentro de mim, assim sem hesitação escrevi-lhe.
Mais tarde, o Swamiji estava parado na frente do salão
falando com algumas pessoas. Haviam outros à sua volta
querendo também a sua atenção, mas finalmente surgiu uma
oportunidade, entreguei-lhe o meu bilhete e escapuli-me.
Depois de lhe ter dado o bilhete, comecei a pensar na minha
professora espiritual, a qual me tinha iniciado há nove anos
atrás. Na altura em que fui iniciada por ela, nem sabia o que
a sua iniciação impunha. Os outros estavam pedindo isso,
por isso pensei que queria também. Agora, sentia-me
puxada para ser iniciada por Swami Vishwananda e
perguntava-me se estaria traindo a minha professora
espiritual, desde há já nove anos. O meu intelecto dizia-me
que se a minha professora espiritual era realmente um ser
divino, ela quereria que eu avançasse espiritualmente. Mas a
minha parte emocional sentia como se estivesse sofrendo
uma perda.
Para aumentar a minha confusão interna, durante o
programa, o Swamiji falou acerca de gurus e do seu
propósito. Ele disse que uma vez que um guru aceita um
discípulo, fica com ele até este se tornar realizado. Este é um
assunto sério, por outras palavras. Ele continuou a dizer que
as pessoas que têm gurus devem ficar com o seu guru e não
saltar de um para o outro. Na verdade, à medida que o
Swamiji ia falando, parou para pensar no termo certo e eu,
de todas as pessoas, gritei, “salta gurus.” Ele sorriu e disse,
“Sim, salta gurus.”
Estava ele a tentar dizer-me alguma coisa? Estava tão
confusa. Um pouco mais tarde depois do programa, ele
estava parado, não muito longe de mim, falando com
algumas pessoas. Eu estava sentada com alguns amigos,
almoçando, quando aconteceu olhar para ele e ver que ele
estava olhando para mim. Mas assim que ele me viu
olhando, rapidamente desviou o olhar. Nesse momento, se
ele fosse apenas uma pessoa normal este tipo de interacção
subtil não me teria incomodado. Mas Swami Vishwananda é
um mestre realizado, eu senti isso como uma rejeição e
comecei a chorar. A minha amiga perguntou-me qual era o
problema e eu contei-lhe. Ela disse, “Oh, ele está só a
trabalhar em ti para trazer ao de cima as origens da confusão
que tu tens.”
Toda a noite e no dia seguinte os meus pensamentos
insistiam na questão, Estou eu a fazer a coisa certa? Eu estava
numa desordem interior. Só no programa de Domingo é que
vi quem ele realmente era. Sentei-me na frente, perto da
cadeira dele e ainda antes de ele ter entrado no salão, fui
puxada para um estado de meditação. Cerca de
aproximadamente 15 minutos depois, consegui abrir os
olhos e vi-o lá sentado. Curiosamente, uma mulher estava
sentada à minha frente e tapava-me a vista. Quando me
inclinei para olhar para ele, o braço do microfone ficava
mesmo em frente dos meus olhos, por isso não conseguia
olhá-lo nos olhos mesmo que quisesse. Decidi meditar no
Swamiji, porque a minha amiga dizia-me sempre, “Procura o
guru dentro e não fora.”
Subitamente, vi através da minha visão interior a
grandeza de Swami Vishwananda. A sua presença era
enorme. Eu vi Jesus e a Mãe Maria, um de cada lado de um
raio de luz, que emanava a partir de Swami Vishwananda.
Depois, vi Mahavatar Kriya Babaji. Eu sabia de Kriya Babaji,
mas antes deste momento, raramente tinha sentido a sua
presença e quando sentia, esta era muito subtil. Isto não era
mesmo nada subtil. Eles estavam todos ali.
Flutuando por cima de Swami Vishwananda e dos
grandes mestres estavam muitos seres angélicos. Foi um
espectáculo divino interior, para além de tudo o que tinha
experimentado antes. Soube nesse momento, sem nenhuma
dúvida, que eu tinha tomado a decisão certa em pedir a
Swami Vishwananda para ser o meu guru.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Um Homem Santo
Uma vez uma amiga da minha filha veio passar uma
noite com a minha família. O pai da nossa jovem hóspede,
que estava divorciado da sua mãe, tinha ficado de a vir
buscar no dia seguinte e assim as duas podiam passar o
fim-de-semana juntas. Ela esperou e esperou, mas o seu pai não
veio. Finalmente recebemos um telefonema da mãe dela a
informar-nos que o pai da nossa hóspede não iria buscá-la
porque não tinha tempo. Naturalmente, a nossa jovem
hóspede ficou aborrecida e magoada. Nós convidámo-la
para ficar mais uma noite até que alguém a pudesse vir
buscar no dia seguinte.
Embora a jovem amiga da minha filha tenha observado
que todos mostravam um grande respeito pelo Swami, ela
nem sequer deu uma olhada para ele directamente. Portanto,
fiquei chocada quando a ouvi dizer na manhã seguinte,
depois da sua segunda noite connosco, que o Swami era um
homem santo. Ela disse-me que durante aquela noite tivera
um sonho no qual ela estava muito doente.
noite com a minha família. O pai da nossa jovem hóspede,
que estava divorciado da sua mãe, tinha ficado de a vir
buscar no dia seguinte e assim as duas podiam passar o
fim-de-semana juntas. Ela esperou e esperou, mas o seu pai não
veio. Finalmente recebemos um telefonema da mãe dela a
informar-nos que o pai da nossa hóspede não iria buscá-la
porque não tinha tempo. Naturalmente, a nossa jovem
hóspede ficou aborrecida e magoada. Nós convidámo-la
para ficar mais uma noite até que alguém a pudesse vir
buscar no dia seguinte.
Embora a jovem amiga da minha filha tenha observado
que todos mostravam um grande respeito pelo Swami, ela
nem sequer deu uma olhada para ele directamente. Portanto,
fiquei chocada quando a ouvi dizer na manhã seguinte,
depois da sua segunda noite connosco, que o Swami era um
homem santo. Ela disse-me que durante aquela noite tivera
um sonho no qual ela estava muito doente.
O Swami entrou no seu sonho e amorosamente disse-lhe que ele era o seu pai.
Então ele pousou a sua mão no topo da cabeça dela e ela não
mais se sentiu doente no sonho. Desde então, sempre que a
amiga da nossa filha nos vem visitar, prepara sempre uma
prenda para oferecer ao Swami.
A santidade do Swami é revelada de muitas maneiras,
mas ele não fala sobre isso e é sempre divinamente humilde.
Sempre que o Swami está no seu centro na Alemanha onde
mora a minha família, este está sempre cheio de gente de
todo o mundo.
Então ele pousou a sua mão no topo da cabeça dela e ela não
mais se sentiu doente no sonho. Desde então, sempre que a
amiga da nossa filha nos vem visitar, prepara sempre uma
prenda para oferecer ao Swami.
A santidade do Swami é revelada de muitas maneiras,
mas ele não fala sobre isso e é sempre divinamente humilde.
Sempre que o Swami está no seu centro na Alemanha onde
mora a minha família, este está sempre cheio de gente de
todo o mundo.
São essas as alturas em que estamos
realmente ocupados e presos no desempenho dos deveres
importantes do ashram.
realmente ocupados e presos no desempenho dos deveres
importantes do ashram.
Lembro-me uma vez em que passava
pela sala de estar, pensando que mais é que precisava fazer,
quando, de repente, ouvi o Swami a chamar-me.
pela sala de estar, pensando que mais é que precisava fazer,
quando, de repente, ouvi o Swami a chamar-me.
À medida que me aproximava dele, senti uma onda de Amor Divino
fluir dos seus olhos e espalhar-se por todo o meu ser.
Embora ele estivesse a falar comigo, descobri que eu não
conseguia seguir as suas palavras porque tive uma enorme
percepção de que o Swami era um santo que estava
completamente intoxicado com Deus.
fluir dos seus olhos e espalhar-se por todo o meu ser.
conseguia seguir as suas palavras porque tive uma enorme
percepção de que o Swami era um santo que estava
completamente intoxicado com Deus.
Nessa altura, o seu
corpo era o de um homem cansado e ele devia estar a sofrer
alguma dor.
corpo era o de um homem cansado e ele devia estar a sofrer
alguma dor.
Contudo, os olhos do Swami irradiavam um
Amor incondicional imenso por toda a criação.
Nessa altura eu compreendi que Swami Vishwananda dá
tudo aos seus devotos, a fim de que um dia possamos
entender a nossa verdadeira natureza Divina. M.L.
Amor incondicional imenso por toda a criação.
Nessa altura eu compreendi que Swami Vishwananda dá
tudo aos seus devotos, a fim de que um dia possamos
entender a nossa verdadeira natureza Divina. M.L.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
Experiências com o Swami

Quando nós voltámos da Índia para casa, em 1997, alguém nos informou acerca de Vishwananda. Por coincidência, a dona da casa onde ele permanecia era uma
amiga minha. Ela disse-me: “Vem à minha casa hoje à noite, ele é uma pessoa tão
amorosa – tu tens de o ver.
amiga minha. Ela disse-me: “Vem à minha casa hoje à noite, ele é uma pessoa tão
amorosa – tu tens de o ver.
Ele está fora neste momento, mas
eu telefonar-te-ei assim que ele voltar”.
eu telefonar-te-ei assim que ele voltar”.
Mais tarde, nessa noite, a minha amiga telefonou-me.
“Desculpa, ele regressou tarde e agora está cansado, tu tens de vir noutra altura”.
“Não há problema”, disse eu, “Quando Deus quiser, eu
encontrar-me-ei com ele”.
Nós fomos dormir naquela noite, mas às duas da manhã fomos acordados pelo telefone a tocar! Estava curiosa para saber quem poderia, possivelmente, estar-me telefonando a
esta hora da noite.
“Olá, é o Swamiji”, disse a voz no telefone. “Eu ouvi que me queria ver. No entanto, estava cansado quando regressei, mas agora já descansei um pouco. Amanhã vou-me
embora para as Maurícias, por isso você gostaria de vir cá agora?”
“Bem, nós já estamos na cama”, respondi eu. “Mas se estiver OK, o meu marido e eu gostaríamos muito de o ver”.
Olhei para fora através da janela, estava a chover
torrencialmente! Tentava imaginar-nos indo através dessa tempestade violenta.
“OK então venham, vejo-vos mais tarde. Adeus…”,
assunto resolvido.
Desta forma, Sanjit e eu levantámo-nos outra vez, vestimo-nos, pegámos num chapéu-de-chuva e assim que pusemos os pés fora de casa, a chuva parou. Estava realmente surpreendida e encantada com isto, claro está.
Sentámo-nos com o Swami e falámos até às três da manhã. Pela primeira vez, ele materializou vibhuti para o Sanjit e para mim.
Na manhã seguin
te, antes de partir para as Maurícias, ele materializou um lingam branco pa
ra mim.
Ele regressou um mês depois e nós levámo-lo a uma casa para crianças sem lar. Lá, ele abençoou todas as crianças e materializou um pendente para cada criança. Fiquei muito emocionada de ver o seu amor pelas crianças.
“Desculpa, ele regressou tarde e agora está cansado, tu tens de vir noutra altura”.
“Não há problema”, disse eu, “Quando Deus quiser, eu
encontrar-me-ei com ele”.
Nós fomos dormir naquela noite, mas às duas da manhã fomos acordados pelo telefone a tocar! Estava curiosa para saber quem poderia, possivelmente, estar-me telefonando a
esta hora da noite.
“Olá, é o Swamiji”, disse a voz no telefone. “Eu ouvi que me queria ver. No entanto, estava cansado quando regressei, mas agora já descansei um pouco. Amanhã vou-me
embora para as Maurícias, por isso você gostaria de vir cá agora?”
“Bem, nós já estamos na cama”, respondi eu. “Mas se estiver OK, o meu marido e eu gostaríamos muito de o ver”.
Olhei para fora através da janela, estava a chover
torrencialmente! Tentava imaginar-nos indo através dessa tempestade violenta.
“OK então venham, vejo-vos mais tarde. Adeus…”,
assunto resolvido.
Desta forma, Sanjit e eu levantámo-nos outra vez, vestimo-nos, pegámos num chapéu-de-chuva e assim que pusemos os pés fora de casa, a chuva parou. Estava realmente surpreendida e encantada com isto, claro está.
Sentámo-nos com o Swami e falámos até às três da manhã. Pela primeira vez, ele materializou vibhuti para o Sanjit e para mim.
Na manhã seguin
Ele regressou um mês depois e nós levámo-lo a uma casa para crianças sem lar. Lá, ele abençoou todas as crianças e materializou um pendente para cada criança. Fiquei muito emocionada de ver o seu amor pelas crianças.
Antes do meu décimo aniversário de casamento, ele, que tinha 19 anos de idade, fez-me uma festa surpresa. Depois da festa, era meia-noite; ele veio cá a casa para um chá e perguntou-me:
“Onde é o meu quarto?”
“Qualquer quarto que o Swami goste”, disse-lhe eu.
“OK, então esteja preparada, eu virei para cábrevemente”.
Ele estava hospedado na casa de outra pessoa, nessa altura, de maneira que eu supus que ele estava brincando.
Quando ele partiu para a Suíça, telefonou-me:
“Por favor, pega nas minhas coisas e prepara o meu quarto”.
Dois meses mais tarde, ele veio para nossa casa. Na parede do seu quarto apareceram os símbolos das três principais religiões: a cruz, o OM e o quarto crescente da lua
todos desenhados com vibhuti.
Quando ele estava em Nairobi, costumava dar o darshan em casa, de forma que, eu tinha 500 pessoas em casa todos
os dias.
Um dia mais tarde, ele voltou novamente. Em Agosto 1998, para o Janmashtami, a festa de aniversário do Senhor Krishna, ele materializou nove Krishnas bebé: quatro feitos de prata e cinco feitos de ouro.
Numa tarde de 1998, nós fomos ver o filme The Day After Tomorrow (O Dia Depois de Amanhã) acerca de um tsunami terrível. Quando nós voltávamos para casa, ele disse-nos,
“Isto vai acontecer”. Foi sete anos mais tarde que a tragédiado tsunami ocorreu.
“Onde é o meu quarto?”
“Qualquer quarto que o Swami goste”, disse-lhe eu.
“OK, então esteja preparada, eu virei para cábrevemente”.
Ele estava hospedado na casa de outra pessoa, nessa altura, de maneira que eu supus que ele estava brincando.
Quando ele partiu para a Suíça, telefonou-me:
“Por favor, pega nas minhas coisas e prepara o meu quarto”.
Dois meses mais tarde, ele veio para nossa casa. Na parede do seu quarto apareceram os símbolos das três principais religiões: a cruz, o OM e o quarto crescente da lua
todos desenhados com vibhuti.

Quando ele estava em Nairobi, costumava dar o darshan em casa, de forma que, eu tinha 500 pessoas em casa todos
os dias.
Um dia mais tarde, ele voltou novamente. Em Agosto 1998, para o Janmashtami, a festa de aniversário do Senhor Krishna, ele materializou nove Krishnas bebé: quatro feitos de prata e cinco feitos de ouro.
Numa tarde de 1998, nós fomos ver o filme The Day After Tomorrow (O Dia Depois de Amanhã) acerca de um tsunami terrível. Quando nós voltávamos para casa, ele disse-nos,
“Isto vai acontecer”. Foi sete anos mais tarde que a tragédiado tsunami ocorreu.
Por uma devota do Quénia.
(*) As fotos são apenas ilustrativas do Amor de Sri Swami Vishwananda pelas crianças, e não as crianças da casa que o texto fala.
domingo, 26 de julho de 2009
Verdadeira Natureza do Swami,
Apesar de todos terem um relacionamento muito especial
e único com o Swami, tenho descoberto que o seu amor
brilha e agracia todos duma maneira uniforme. Muitas vezes
pergunto a mim própria a questão: Qual é a sua verdadeira
natureza? É aquela que ele revela durante o darshan, ou é
aquela que ele nos mostra quando está informalmente
brincando connosco?
Um dia, o Swami estava trabalhando com um dos seus
discípulos e eles estavam ambos desfrutando da companhia
um do outro, como dois amigos que já se conheciam há
muitas vidas. Nessa mesma noite houve um darshan.
Quando chegou a altura do mesmo discípulo se aproximar
do Swami para a bênção, ele ajoelhou-se na frente do Swami
e sorriu para ele. No entanto, nos olhos do Swami, não havia
um único vestígio de reconhecimento ou personalidade.
Além disso, o Swami parecia como se ele não estivesse
sequer ali. Ele revelava apenas um constante fluxo de
consciência, ilimitada, magnificente. Depois do darshan ter
terminado, nós estávamos sentados com o Swami perto da
fogueira e ele confirmou-nos que, realmente, a sua
verdadeira natureza podia ser vista durante o darshan.
e único com o Swami, tenho descoberto que o seu amor
brilha e agracia todos duma maneira uniforme. Muitas vezes
pergunto a mim própria a questão: Qual é a sua verdadeira
natureza? É aquela que ele revela durante o darshan, ou é
aquela que ele nos mostra quando está informalmente
brincando connosco?
Um dia, o Swami estava trabalhando com um dos seus
discípulos e eles estavam ambos desfrutando da companhia
um do outro, como dois amigos que já se conheciam há
muitas vidas. Nessa mesma noite houve um darshan.
Quando chegou a altura do mesmo discípulo se aproximar
do Swami para a bênção, ele ajoelhou-se na frente do Swami
e sorriu para ele. No entanto, nos olhos do Swami, não havia
um único vestígio de reconhecimento ou personalidade.
Além disso, o Swami parecia como se ele não estivesse
sequer ali. Ele revelava apenas um constante fluxo de
consciência, ilimitada, magnificente. Depois do darshan ter
terminado, nós estávamos sentados com o Swami perto da
fogueira e ele confirmou-nos que, realmente, a sua
verdadeira natureza podia ser vista durante o darshan.
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