quarta-feira, 14 de outubro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Gayatri Yagna

30 de Setembro de 2009
Quinta dos Milagres -Lagos

Um Yagna dedicado a Gayatri Devi, no Sul de Portugal. Ainda nos dias que se seguiram ás cerimónias do Navaratri no Centro de Springen, a nossa casa internacional. A atmosfera ainda estava impregnada do Amor de Maa.

O Sari que Swamji ternamente colocou no Fogo Sagrado. Uma pequena oferta à Mãe Divina.


O Silêncio do nosso querido Swami, orando à Mãe.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Meu Gurudev



Mere Gurudev, charnon par
sumana shraddhaa ke arpit hai
Tere hee dena hai jo hai.
Wahi tujha ko samarapita hai

Meu Gurudev,
eu ofereço estas flores da minha fé aos Teus pés
Tudo o que tenho, foste Tu que me deste
e eu dedico tudo a Ti

Na priti hai pratiti hai,
na hi puja ki shakti hai
Na priti hai pratiti hai,
na hi puja ki shakti hai
Meraa yaha man, meraa yaha tan,
meraa kan kan samarapita hai

Eu não tenho Amor
E não Te conheço
Nem sequer tenho a força
para Te adorar
Mas esta mente minha, este corpo meu
cada um dos meus átomos é dedicado a Ti,

Tuma hee ho bhaav men mere,
vicharo mein, pukaro mein.
Banaale yantra ab mujhko
roeresaravatra samarapita hai.

Tu és o único no meu coração,
e nos meus pensamentos
És o único por quem chamo
Agora, faz de mim Teu instrumento
Tudo o que sou é dedicado a Ti.

Krishna Das

domingo, 11 de outubro de 2009

Um anel para mim


Por fim, chamei um
pandit “real” para vir a minha casa. Expliquei-lhe tudo o que
estava acontecendo com o Visham e que a sua família estava
assustada com tudo aquilo. Ele disse, “Eu sou um pandit,
deixe-me tratar disso”. Ele nunca tinha visto nada como o
que estava acontecendo com o Visham. Veio com uma rosa
na sua mão e ofereceu algumas orações. O pandit disse-me
que numa semana tudo pararia de acontecer. Mas uma
semana depois, as manifestações eram ainda mais prolíficas.
Mais tarde, vi o mesmo pandit tocando os pés de Visham.
Depois do pandit, havia ainda mais vibhuti do que antes; e
em seguida, mel apareceu e depois pendentes e anéis! Um
dia, o Visham estava oferecendo da sua mão um presente a
todos os que vinham visitá-lo. Foi divertido e eu estava
stressada, mas rindo e feliz. Fui para a cozinha preparar
alguma comida. O Visham entrou na cozinha e ia comendo a
comida muito rápido, à medida que eu a conseguia preparar.
Na brincadeira, disse-lhe, “Tu deste algo a todos, mas a mim
não me deste nada”. Toquei a sua bochecha dizendo, “Nada
para mim?” Instantaneamente, ele rodou a sua mão e deu-me
um lindo anel. Eu disse-lhe a chorar, “Não, não estava a
pedi-lo; Fico feliz por teres oferecido algo a toda a gente”.
-Mãe do Swami

sábado, 10 de outubro de 2009

Um santo em casa



Quando o Visham tinha 16 anos de idade, as
materializações e as manifestações começaram. Uma manhã,
ele estava lendo um livro e chamou-me para ir e olhar para
ele. Mostrou-me imagens, que estavam no livro, de alguns
homens santos com vibhuti manifestado nas imagens.
Enquanto estava tentando perceber porque é que o Visham
me estava mostrando essas imagens, reparei
inesperadamente, que as imagens penduradas na nossa casa
tinham pequenas bolas de vibhuti por toda a parte. Nós
fomos a todos os quartos da casa e podíamos ver pequenas
bolas de vibhuti nas imagens. Eu disse-lhe “Tu puseste
vibhuti nas imagens para me fazer acreditar”. Mas o Visham
insistiu, “Não, mãe, eu não pus nada nas imagens”. Disse-lhe
para limpar todo o vibhuti das imagens e ele fez isso.
Cinco minutos depois de Visham ter saído de casa, as
imagens estavam cobertas de vibhuti outra vez. Estava
sozinha em casa e sentei-me querendo saber porque é que
Deus queria que eu visse o fenómeno descrito no livro, que o
Visham me tinha mostrado.
Quando o meu filho começou a manifestar coisas, era
estranho. Na manhã depois do vibhuti ter aparecido pela
primeira vez, um monte de vibhuti apareceu vindo da mão
do Visham e no cimo da sua cabeça. À medida que o vibhuti
surgia da sua mão, ele dizia que conseguia sentir alguma
coisa a fazer comichão e em seguida o vibhuti fluía. Um dia,
dos seus pés e mãos pingou mel. Depois, tanto o mel como o
vibhuti pingavam, simultaneamente, das suas mãos e pés.
Dois dias antes das manifestações começarem, tinha estado a
brincar com a minha irmã, ao telefone, “Sabes que, o Visham
faz tantas orações que vibhuti podia aparecer vindo dele, tal
como aconteceu com Shirdi Sai Baba, o famoso santo
Indiano. Se ele tivesse vibhuti a aparecer dele, teria pessoas a
juntar-se em filas e a pagar para visitar”. Depois, quando a
minha brincadeira se tornou verdade, eu já não me ri, de
forma alguma.
Ao princípio apenas a nossa família e a minha irmã
sabiam das manifestações. Mas eu não conseguia dormir
pensando no que estava acontecendo ao meu filho. Falei com
uma vizinha idosa. Disse-lhe que queria dizer-lhe algo, se ela
prometesse não dizer a ninguém. Ela prometeu, mas por
volta do meio-dia, reparei numa fila em frente da minha
casa. A partir daí, as pessoas faziam filas durante todo o dia,
todos os dias, para ver o Visham.
Uma senhora trouxe uma pequena imagem e pediu a
Visham para colocá-la no seu quarto para abençoá-la, o que
ele fez. Eu disse à senhora, “Não quero essa imagem no
quarto dele; nós temos imagens suficientes na nossa casa,
por isso faça o favor de a levar consigo”. Mas como Visham
colocou a imagem no seu quarto, esta deu origem a duas
imagens. A senhora foi-se embora, deixando as duas
imagens com Visham. Corri atrás dela dizendo-lhe, “Não
diga a ninguém o que você viu aqui”. Brevemente, todos
sabiam acerca disso! Depois, dia após dia, ainda antes das
sete da manhã até à noite, as pessoas começavam a formar
uma grande fila em frente da casa. Fiquei doente e stressada
com pessoas em minha casa a toda a hora. Não tinha tempo
para cozinhar e já não tinha tempo para mim própria. Senti
como se a minha vida tivesse acabado e só havia pessoas por
todo o lado na minha casa, durante todo o dia!
As pessoas diziam-me, “Eu quero ver o pandit”. Eu
respondia, “Qual pandit? Não há nenhum pandit aqui.” Eu
disse ao Visham, “Tu tens de parar isto tudo. Não quero
todas estas pessoas na minha casa”.
-Mãe do Swami

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ele está sempre nos nossos corações


Em 1999, viajei amplamente na Suíça com o jovem Swami
Vishwananda. Ele era praticamente desconhecido nessa
altura e ainda não era reconhecido como o guru que ele é.
Também passei algum tempo com ele, como hóspede na sua
casa, nas Maurícias. O jovem homem irradiava felicidade,
amor e alegria.
Eu devo ter testado a sua paciência muitas vezes por
querer ir a lugares que ele não estava interessado em visitar
ou pedindo-lhe para esperar enquanto fazia algo que ele não
queria que eu fizesse. Durante todo o tempo que estivemos
juntos, ele nunca se queixou ou mostrou que não gostava de
alguma coisa.
Numa altura, eu parei o carro em Bern, na Suíça, na rua
principal perto da estação dos comboios e disse para o jovem
Swami Vishwananda e para o jovem homem Suíço sentado
no carro, “Se vocês não me dão as direcções bem definidas
para chegarmos ao nosso destino, eu vou parar o carro aqui e
agora!” Em pouco tempo encontrámos o nosso caminho.
A amizade e amor de Swami Vishwananda têm tido um
efeito profundo em mim. Eu guardo aquelas experiências
junto ao meu coração e vou estimá-las eternamente. A sua
devoção profunda, paciência e perfeita compreensão para um
simples amigo como eu, demonstra a sua maneira preciosa de
mostrar amor por todos. Para todo o lugar que ele vá, o
Swami oferece às pessoas o mesmo amor e devoção que ele
me dá como seu amigo. Eu estou entre as muitas pessoas em
todo o mundo que sentem que, quer o Swami esteja perto ou
longe, ele está sempre nos nossos corações e sonhos.