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domingo, 11 de outubro de 2009

Um anel para mim


Por fim, chamei um
pandit “real” para vir a minha casa. Expliquei-lhe tudo o que
estava acontecendo com o Visham e que a sua família estava
assustada com tudo aquilo. Ele disse, “Eu sou um pandit,
deixe-me tratar disso”. Ele nunca tinha visto nada como o
que estava acontecendo com o Visham. Veio com uma rosa
na sua mão e ofereceu algumas orações. O pandit disse-me
que numa semana tudo pararia de acontecer. Mas uma
semana depois, as manifestações eram ainda mais prolíficas.
Mais tarde, vi o mesmo pandit tocando os pés de Visham.
Depois do pandit, havia ainda mais vibhuti do que antes; e
em seguida, mel apareceu e depois pendentes e anéis! Um
dia, o Visham estava oferecendo da sua mão um presente a
todos os que vinham visitá-lo. Foi divertido e eu estava
stressada, mas rindo e feliz. Fui para a cozinha preparar
alguma comida. O Visham entrou na cozinha e ia comendo a
comida muito rápido, à medida que eu a conseguia preparar.
Na brincadeira, disse-lhe, “Tu deste algo a todos, mas a mim
não me deste nada”. Toquei a sua bochecha dizendo, “Nada
para mim?” Instantaneamente, ele rodou a sua mão e deu-me
um lindo anel. Eu disse-lhe a chorar, “Não, não estava a
pedi-lo; Fico feliz por teres oferecido algo a toda a gente”.
-Mãe do Swami

domingo, 2 de agosto de 2009

A comunhão

Nós éramos cerca de quatro ou cinco homens com o Swami no seu apartamento, em Rose-Hill, Maurícias, em Outubro de 1999. Ele mostrou-me o quarto onde cresceu.
As paredes estavam cobertas com imagens de santos. Nas prateleiras haviam estátuas de várias divindades. Cada objecto estava coberto com vibhuti, o que os visitantes, assim
como os seus pais, no princípio, confundiram com poeira. A camada era por vezes tão grossa que a cabeça da murti mal sobressaía por entre a montanha de cinza.
Nós preparávamos as nossas próprias refeições e comíamos todos na cozinha. Muitas vezes, as pessoas vinham rezar na capela, mas principalmente, vinham para falar com o Swami.

Uma noite durante o jantar, o Swami subitamente levantou a sua cabeça e gelou. Ele estava silencioso e os seus olhos estavam petrificados. Nós parámos de comer e olhámos uns para os outros. O Swami abriu a sua boca e pôs a sua língua de fora como se para receber a comunhão. Inesperadamente, nós vimos uma hóstia na sua língua, vindo do nada.
Mais tarde, ele disse-nos que São Miguel tinha vindo dar-lhe a comunhão. P.