terça-feira, 10 de dezembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
No dia que conhecemos o Guruji....
He Bhagavan.... Sri Vishwananda Bhagavan
Darshan que Sri Swami Vishwananda deu no Porto a 24 de Junho de 2006.
domingo, 10 de novembro de 2013
Sai a 8 de Dezembro!!!
No “Desabrochar do Coração” familiares, amigos, devotos e discípulos de diferentes países e diferentes
contextos culturais, partilham as suas experiências pessoais com Swami
Vishwananda.
Estas diferentes histórias dão-nos um vislumbre da Sua personalidade amorosa
e da Sua forma prática, directa e próxima de como se relaciona com as pessoas.
Através destas histórias experienciamos o amor e o afecto incondicionais que
Ele emana e que tocam os corações profundamente. Ficamos encantados com a sua simplicidade,
amabilidade e Humildade.
sábado, 2 de novembro de 2013
Cuidar é uma parte da vida espiritual. É a compaixão em acção.
DOAÇÃO BENÉVOLA DE SANGUE
A maioria das pessoas pergunta ao Swami:
A maioria das pessoas pergunta ao Swami:
“Qual é o
meu propósito aqui nesta vida?”
A primeira coisa que o Swami responde é
“servir, ajudar os outros”.
Servir e ajudar são dois aspectos
Servir e ajudar são dois aspectos
fundamentais de Bhakti (Devoção)
Cuidar é uma parte da vida espiritual. É a
compaixão em acção.
Tudo o que o Swami partilha com todos é cuidado -
compaixão na acção - na sua essência, encarnada, vivida e dada continuamente
sem fim.
Inspirados pelo amor e cuidado de Sri Swami
Vishwananda e com a sua bênção vamos oferecer algo de muito precioso como
prenda de natal e de Vida para quem recebe:
Dia 8 de Dezembro é a nossa festa de
Natal e Maha OM Healing por Portugal oportunidade de um gesto tão pequeno mas cheio
de Amor e devoção
Doe sangue. Seja herói por uma vida.
Quem pode doar sangue?
Pode doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, com hábitos de
vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 kg e idade compreendida entre os 18
e 65 anos. Para uma primeira dádiva o limite de idade é 60 anos.
Traga o seu cartão de
cidadão ou BI
O Swami organizava muitas actividades para ajudar outros (…)
tais como doações de sangue regulares.”
B.D. – Livro “Florescer do Coração” |
“É bom dar sangue eu mesmo já dei. Porque o sangue regenera-se
(…) queimam karma. Está a ajudar-vos a ajudar outras pessoas.
“Just Love – Perguntas e Respostas a Sri Swami Vishwananda |
Mais informações e registo: Raghukula Bushan – sevabmpt@gmail.com ; Telf. 917932039
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Vasudhaiva Kotumbakam - O Mundo inteiro como uma só família
Jai Gurudev! ♥
Vasudhaiva Kutumbakam - é uma expressão sânscrita que significa que o mundo inteiro é uma só família.
Sri Swami Vishwananda mencionou essa expressão e salientou que este é o propósito da Bhakti Marga recomendando que nos reuníssemos uma vez por ano.
Sejam então bem-vindos ao encontro da nossa família, para a reunião nacional da Bhakti Marga, celebração de Natal e Maha OM-Healing.
O programa inclui Guru Puja, partilha de histórias do Swami, Oração à Mãe Divina, Prasad, Arati e
Maha OM Healing por Portugal
Em paralelo, por ser Natal, e pela natureza ser Amor, com as bênçãos de Sri Swami Vishwananda
Temos dois projectos de caridade e Seva.
- Recolha de brinquedos, roupas, artigos diversos e bens alimentares para entrega numa instituição carenciada.
-Doação benévola de Sangue numa unidade móvel do Instituto Português do Sangue estacionada à porta da sala do evento.
*Cuidar é uma parte da vida espiritual é a compaixão em acção*
Tragam almoço vegetariano para partilhar (sem ovos, carne, peixe ou gelatina)
Local: Hotel Cinquentenário em Fátima (Rua Francisco Marto 175)
Hora: 9:00 às 17:00
Entrada Gratuita (agradecemos donativos)
Mais informações sobre o evento e os projectos de caridade e Seva: portugal@bhaktimarga.org ou
A Graça de Deus
Como podemos obter a Graça de Deus?
SV: Amando-o profundamente
Se obtivermos a Graça de Deus [esta] é apenas para algumas coisas ou algumas vezes?
SV: Não. É para sempre.
Podemos perder a Graça de Deus?
SV: Não, não a perdem.
E se tivermos a Graça de Deus podemos manifestá-la para sempre nas nossas vidas?
SV: Sim, se quiserem.
Como podemos fazê-lo?
SV: Por Amarem. Amem! É isso, nada mais.
SV: Amando-o profundamente
Se obtivermos a Graça de Deus [esta] é apenas para algumas coisas ou algumas vezes?
SV: Não. É para sempre.
Podemos perder a Graça de Deus?
SV: Não, não a perdem.
E se tivermos a Graça de Deus podemos manifestá-la para sempre nas nossas vidas?
SV: Sim, se quiserem.
Como podemos fazê-lo?
SV: Por Amarem. Amem! É isso, nada mais.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Em memória do nosso querido irmão Dharmananda
Chegou
a hora de contar a história do nosso querido irmão Dharmananda, que na
madrugada de 14 de Setembro deixou o seu corpo e agora se regozija no coração
do Senhor. As suas últimas horas neste mundo foram uma das coisas mais belas
que já testemunhei em toda a minha vida. Farei o meu melhor para honrar a
experiência, o ‘momento’ Sri Swami Vishwananda e Dharmananda.
Na
noite de 13 de Setembro, Sri Swami Vishwananda decidiu ir visitar Dharmananda à
sua casa. A sua saúde já estava a deteriorar-se lentamente há algum tempo e por
isso, estávamos todos bastante desejosos de passar um bocado com ele e estar ao
seu lado, dando-lhe apoio com o nosso amor. Tinha passado um ano desde que
haviam diagnosticado tumores no corpo do Dharma e os acontecimentos que
sucederam nessa noite foram o culminar de um longo percurso, até através de muitas
vidas, nós sentimos. O Swamiji, juntamente com 4 outros devotos e eu, chegámos
a casa do Dharmananda, em Bonn, nas primeiras horas do dia 14 de Setembro, por
volta da meia-noite e meia. Fomos bem recebidos pela sua mãe, irmã e vizinho
que tinham cuidado amorosamente do Dharma e que o tinham ajudado com as
necessidades do dia-a-dia.
Quando
entrámos no quarto, todos reparámos imediatamente numa coisa: que o homem que
ali víamos não era o Dharmananda. Não era mais que uma concha, o corpo era
meramente um veículo do grande servidor do Senhor que conhecíamos e amávamos há
anos. Apesar de fisicamente diminuído e fraco, a sua presença era imensamente
forte no quarto e a sua serenidade e calma podiam ser sentidas quase
instantaneamente. Como ele estava a dormir, o Guruji acordou-o docemente,
afagando a sua cabeça e segurando a mão do seu querido devoto. Quando o Dharma
acordou e viu quem estava ao lado da sua cama, exclamou amorosamente, “Guruji!
Guruji!” Os seus olhos estavam tão diferentes daqueles que nos eram tão
familiares por tantos anos. Quando ele prendeu o seu olhar no do Guruji podia
ver-se a pureza e a sinceridade da sua alegria imensurável por ter o seu Guru
ao seu lado mais uma vez. Incapaz de falar propriamente, devido a uma grande
quantidade de dor física e fadiga, o Dharma simplesmente olhou para o seu amado
[guru] e segurou a sua mão firmemente. Testemunhando isto, tornava-se claro que
a vida do Dharma se aproximava do fim. No entanto, algo tinha permeado toda a
divisão e preenchido o coração de todos os presentes de uma forma extremamente
poderosa. A relação de Amor entre o Mestre e o discípulo é algo para além da
compreensão. Ultrapassa a possibilidade de expressão. Para além do mensurável e
ultrapassando de longe qualquer coisa que qualquer um de nós tenha visto ou
sentido na vida. O Dharma era cuidado diariamente pela sua mãe, a sua irmã, a
sua família, no entanto, dava para sentir a alegria nele ao apenas ver o seu
Guru. Não vou refrear-me de dizer que o amor que um ser humano pode partilhar
com outro é uma anedota, se comparado com o amor do Guru para com os seus
filhos.
Enquanto
o Swamiji lhe dava festas, lhe dava a mão e derramava o seu amor nele, nós não
podíamos fazer nada a não ser chorar lágrimas de perplexidade e alegria.
Chegou-nos à compreensão que ali estava um irmão que tinha alcançado aquilo com
que todos sonhamos e desejamos no fundo dos nossos corações. O Senhor tinha
vindo até ele na hora da sua partida para segurar a sua mão e para o acarinhar.
Para agradecer todo o amor e serviço oferecido pelo Dharmananda, o Swamiji
tinha vindo para estar ao seu lado e realizar os desejos mais profundos da sua
alma. Podíamos apenas
regozijar perante esta ocasião maravilhosa.Num
certo momento, o Swamiji soltou a mão do Dharma apenas para se sentar melhor
mas, temendo que o Guruji estivesse de facto a deixá-lo, com todo o seu
esforço, o Dharma segurou a mão do Guruji e transmitiu-lhe que não o
abandonasse! Foi tão incrivelmente doce e inocente. Como uma criança que não
quer abandonar a sua mãe nunca. Então, o Swamiji perguntou ao Dharma se ele
queria que cantássemos para ele. Toda a vida do Dharma tinha sido a música; era
a sua paixão e o seu serviço ao Swamiji e à Bhakti Marga durante dez anos. Nem
é preciso dizer que os olhos do Dharma se acenderam perante a sugestão e ele
disse docemente, “Cantem, cantem!” Então, como era Radhastami na Sexta-feira, o
Guruji acompanhado de todos os presentes começou a cantar bhajans de Radha por
quase trinta minutos sem parar. O Dharma descansava pacificamente e, de vez em
quando, brotava-lhe um sorriso no rosto. Conseguem imaginar uma cena mais bela?
Com a sua família espiritual e o seu Gurudev junto à sua cama, dando-lhe a mão,
cantando-lhe os Nomes Divinos com lágrimas de alegria, fez-nos pensar de quando
o Swami disse “O mestre estará com o discípulo na hora da sua passagem, mas não
com o devoto. Apenas para com o verdadeiro discípulo, o Mestre concede esta
graça”. Era exactamente isto que estava a acontecer.
O
tempo foi passando e o Guruji saiu de junto do Dharma para dizer palavras de
Amor e conforto à família dele, enquanto nós continuámos a fazer-lhe companhia.
Estava curioso para ver a reacção dele quando abrisse os olhos e já não visse o
Guruji ao seu lado, mas sim o Pramod, o Swami Vijaya, o Swami Keshava, o Pankaj
e eu. Ficaria
decepcionado? Mas a resposta foi não. Ele
olhou-nos com tal amor e gratidão que não dava para acreditar. Ele apertou a
minha mão como forma de confirmar que estava muito feliz por nos ter a seu
lado. Mas o momento mais doce da noite ainda estava para vir. Quando o Swami
voltou ao seu lugar ao lado da cama do Dharma, o Dharma usou todas as forças do
seu corpo para chegar para lá da cama e tentar alcançar a perna do Guruji,
indicando que desejava tocar nos Pés de Lótus do seu Guru. O Swami obedeceu e
levantou o seu pé para lá da borda da cama, pousando-o próximo da cabeça do
Dharma. Perante a visão dos Seus pés, o Dharma inclinou a cabeça e começou a
beijá-los tão depressa quanto podia. Foi o culminar de tantas emoções, tanta
rendição e Bhakti. Não vou sequer tentar descrever este momento com mais
detalhe, pois foi demasiado extraordinário e incompreensível para a ignorante
mente humana. Neste momento, dei por mim a rezar para que o Dharma deixasse o
seu corpo imediatamente! Que sorte e que graça! Não conseguia imaginar uma
maneira mais ideal de partir, tal era a beleza de tudo. Faz-me chorar, só de
tentar imaginar novamente.
À
medida que o tempo passou, o Guruji decidiu ir embora, pois as pessoas que
cuidavam do Dharma também precisavam de descansar e já eram cerca de 3 da
manhã. Despedimo-nos do Dharma e da família. Quando saímos, eu toquei-lhe nos
pés e recebi as suas bênçãos sobre a minha cabeça, pois sentia que seria a
última vez que veria o Dharmananda neste corpo. E assim foi, na verdade.
Quando
íamos no carro, de regresso a Springen, o Swamiji disse que no momento da sua
morte, todos os Santos Mestres viriam recebê-lo e levá-lo ao Céu. Não foi
surpresa para nós, tendo visto o amor puro partilhado entre discípulo e Guru
durante horas, não restavam dúvidas sobre o destino do Dharma.
Na
manhã seguinte recebi uma chamada do Guruji por volta das 9:30 da manhã em que
ele me deu a notícia de que o Dharmananda tinha morrido às 5 da manhã desse
dia, apenas duas horas depois de o termos deixado. O Guruji chorava ao
telefone, pois apesar de toda a felicidade que sentia por ele, não deixava de
ficar um pouco triste pela perda do seu querido discípulo. Conseguem imaginar
quanto amor a pessoa tem que ter por Deus e pelo Guru para merecer tal
recompensa? Quando vemos quanto o Swami ama o Dharma e o quanto ele fez, faz e
fará por ele, só então podemos apreciar a magnitude daquilo que o Dharma foi
verdadeiramente capaz de alcançar nesta vida.
O
desejo e o sonho de todos os devotos é estar no coração do mestre em todos os
momentos e posso afirmar sem hesitação que o Dharmananda descansa agora
eternamente no coração de Sri Swami Vishwananda.
Então
eu subi ao bungalow do Swamiji para estar com Ele, e juntamente com o Swami
Vijaya e o Pramod começámos a falar e a reflectir sobre os eventos da noite
anterior e o que tinha acabado de acontecer. O Swami revelou-nos imediatamente
que, tal como ele tinha previsto, os Mestres tinham, de facto, vindo para levar
o Dharmananda na hora da sua partida. Por volta das 5 da manhã, a sua irmã que
cuidava dele na altura, sentiu um impulso de visitar o vizinho por qualquer
motivo, deixando o Dharma sozinho no seu quarto. Nesse preciso momento,
Mahavatar Babaji e todos os Santos Mestres vieram ter com o Dharma. O Swami
disse que Ele Próprio viajou até lá para estar ao seu lado e que o Dharma
estava totalmente consciente antes de morrer e que viu Babaji e todos os
presentes e deixou o seu corpo. Ouvindo isto, todos sorrimos com imensa alegria
pelo nosso irmão que tinha conseguido. Ele era verdadeiramente o homem mais
sortudo de todos os mundos e nesse momento nós só conseguíamos sentir alegria,
alegria e mais alegria por ele. Começámos a reflectir sobre todas as lições e
experiências que pudemos tirar não apenas da última noite, mas da vida do
Dharma como um todo. Antes de mais, quero dizer o seguinte: o Dharmananda era
tal como eu ou você. Era um buscador, um devoto do Senhor com os mesmos
problemas, as mesmas dúvidas, os mesmos defeitos e os mesmos obstáculos que
todos enfrentamos no caminho espiritual. No entanto, quando a vida se virou do
avesso, ele foi capaz de ver para além de tudo isso e verdadeiramente render-se
ao seu Guru. O Swami ajudou-o incomensuravelmente a atingir essa meta. O Swami
tinha concedido ao Dharma uma confissão, não fazia muito tempo, num acto final
de remover toda a culpa ou pecado que residisse nele e eu garanto-vos que nunca
vi o Dharma tão livre em toda a minha vida. Ele não tinha carga sentimental,
não tinha apegos, não tinha culpa, não tinha nada! Esta é a graça do Guru.
Quando ele vê o buscador sincero, vai tomar todas as medidas necessárias para
ajudar aquele devoto a avençar o máximo que ele pode. O Dharmananda deixou-nos
uma sensação de Esperança. Uma esperança de que não importa quão ‘má’ a nossa
vida possa parecer ou quantos erros pensemos ter cometido, há sempre um caminho
para o coração do Senhor e o que nos guia será a nossa humildade, sinceridade e
entrega. Essa esperança não é outra senão Sri Swami Vishwananda. Só através
d’Ele isto pode tornar-se realidade. Só através d’ele os indignos podem
tornar-se dignos. Só através d’Ele podem os perdidos ser verdadeira e
eternamente encontrados, pois Ele é a única realidade neste mundo.
E
teremos nós de passar pelo que o nosso querido irmão passou para chegar a esta
compreensão? Teremos de suportar tanto sofrimento e dor para finalmente
tomarmos consciência que Ele é o único que pode e que sempre estará ao nosso
lado independentemente de tudo, e para finalmente nos rendermos aos seus Pés de
Lótus? Rezo para que não seja necessário e o Dharmananda mostrou-nos que a
rendição e o tornar-se um discípulo do Senhor não é um sonho distante e
inatingível que parece impossivelmente difícil. Há dois anos, lembro-me de me
sentar num restaurante apinhado com ele, a comer um harmburger vegetariano, a
dizer piadas e amando a vida, quando íamos a caminho de um Darshan com o
Swamiji e não pude deixar de sentir uma renovação do meu espírito. Aqui estava
um homem que não era diferente de nenhum de nós em nenhum aspecto e agora, dois
anos mais tarde, o Premavatar e o Mahavatar deste mundo levaram-no para o Céu
nas suas próprias mãos. Se isto não vos inspira, não sei o que poderá.
Dito
isto, é meu sincero desejo que todos os que alguma vez conheceram ou foram
tocados pelo Dharmananda e pelo seu amor por Deus e pelo Guru honrem a sua vida
e a sua memória, entregando-se ao Senhor, abrindo mão de tudo o que não tem
importância nas nossas vidas. Deixando para trás todos os nossos medos, culpa e
ideias e entregando-se a Ele que é um verdadeiro amante da humanidade.
Testemunhei com os meus próprios olhos e com o meu coração e podem crer em mim
quando vos digo que querem exactamente o mesmo que o Dharmananda alcançou, e se
não o querem, deveriam. Não vamos desperdiçar estas lições e oportunidades
preciosas que os são concedidas, pois nunca sabemos quando chegará a nossa
hora. Por isso cantem, cantem e cantem como o Dharmananda fez toda a sua vida e
estarão seguros de receber o mesmo Amor e recompensa do maior ser que eu já
conheci, Premavatar Sri Swami Vishwananda.
Com muito Amor,
Nikhilananda
(Obrigada Madalena pela tradução cuidada)
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